segunda-feira, 13 de agosto de 2012

CRISE DE IDENTIDADE DO FUTEBOL BRASILEIRO


Percebo que o futebol brasileiro atravessa uma crise de identidade. O nosso diferencial sempre foi a criatividade e a inventividade dos jogadores, com o objetivo de desequilibrar defensivamente as equipes adversárias. O grande desafio era que a criatividade pudesse ser exibida com competitividade física e tática.

Evoluímos nas questões físicas e táticas, porém involuímos nos conceitos técnicos. O jogador brasileiro além de determinações táticas, possui rigidez técnica. Não inventa mais.

Quando se joga no cenário nacional, contra equipes com treinadores conservadores que mantém a marcação individual por setor, os jogadores de maior recurso técnico se sobressaem, pois ao driblar o marcador individual, encontram espaços inimagináveis de que  quando enfrentamos equipes mais evoluídas nas questões táticas, como foi a equipe do México, na final Olímpica, marcando por zona, sempre com dobra na marcação. Quando enfrentamos equipes mais desenvolvidas a dificuldade é latente, há meses.

A solução é o trabalho com os conceitos do Barcelona, que também já foi o nosso conceito, trabalho rápido em dois toques com velocidade, onde os jogadores estariam em constante deslocamento para inibir a marcação adversária.

A instituição da marcação por zona em diversos setores do campo, não somente no campo defensivo, facilitaria a adaptação do jogador brasileiro ao sistema de jogo utilizado pelas grandes equipes européias. Temos que aprender a marcar no campo de ataque!
A melhor equipe da atualidade (Corinthians) jogou a Libertadores no sistema 1 4 6 0, outras equipes brasileiras que se destacam jogam excessivamente preocupadas em defender e impedir contra-ataques, utilizando um padrão inaceitável para a seleção brasileira e para o futebol genuinamente brasileiro.

Além disso, deveríamos investir urgentemente na formação de uma Escola Brasileira de Futebol, onde o regaste aos métodos originais de trenamento do futebol brasileiro fosse questão emergencial.

Visando a Copa do Mundo, não vejo alternativa, os jogadores de maior destaque nacional têm que jogar em grandes equipes européias para desenvolverem as questões mencionadas acima, pois lá a exigência nesses aspectos é maior do que aqui.

Abraços 


Prof. Daniel Gonçalves

domingo, 11 de março de 2012

Manifestantes protestam na praia contra Linha 4 do metrô do Rio



O projeto linha 4 do metrô é uma piada. Incrível como uma cidade que se prepara para receber Copa do Mundo e Olimpíada tenha um projeto desfigurado do original sendo executado para ser a solução viária para o zona oeste. Lastimável. Secretário Júlio Lopes, Governador Sergio Cabral e Prefeito Eduardo Paes, ainda há tempo para atender às solicitaçõs dos manifestantes.
Confira a reportagem no link abaixo.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/03/manifestantes-protestam-na-praia-contra-linha-4-do-metro-do-rio.html

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fisiologista afirma que jogadores ainda buscam adaptação à temperatura.


Pela primeira vez desde o início da pré-temporada, no dia 5 de janeiro, o Vasco terá um dia de folga. A segunda-feira de descanso será uma etapa importante na recuperação do grupo que sofreu com o calor de Macaé na vitória por 2 a 0 sobre o Americano, no último domingo. Além de ainda buscarem o melhor condicionamento físico já com a temporada em andamento, os jogadores ainda precisam se adaptar à temperatura do Rio de Janeiro após duas semanas com clima mais ameno em Atibaia (SP). Foto: Gilvan de Souza

Mas segundo o fisiologista vascaíno Daniel Gonçalves, a equipe apresentará um melhor desempenho no aspecto físico quando voltar a Macaé no próximo domingo para enfrentar o Duque de Caxias, também às 17h, pela segunda rodada da Taça Guanabara.


- Fizemos um trabalho muito bom na pré-temporada. A adaptação à temperatura num curto prazo é sempre algo que preocupa, mas a equipe se portou bem. No segundo jogo a equipe mostrará melhores condições depois das atividades da semana. Esperamos uma performance mais solta, com mais velocidade - observou o fisiologista.

Fonte: globoesporte.com


sábado, 21 de janeiro de 2012

Função do Fisiologista


Descrição do Cargo
Atua especificamente na mensuração e avaliação de parâmetros fisiológicos, de forma a possibilitar o planejamento de atividades físicas específicas para as necessidades e possibilidades dos clientes. Atua principalmente agregado a comissões técnicas de equipes esportivas competitivas profissionais, (futebol, voleibol, basquetebol), mas também em academias, salas de musculação, clínicas de estética e institutos ou laboratórios de pesquisa em atividades físicas e esporte.

Fisiologista Aplicando o Isocinético

Formação Básica
Ensino Superior em Educação Física, Esporte, Medicina, ou Fisioterapia, complementado por uma Pós-Graduação Lato Sensu em Medicina Esportiva. Algumas destas especializações só atendem a Médicos, mas várias já atendem também a outros profissionais da área da Saúde.

Formação Adicional
Congressos anuais, cursos de complementação e atualização em intervalos não muito superiores a um ano também são importantes, pelo dinamismo e desenvolvimento de novas pesquisas, equipamentos e ferramentas da área.

Mercado de Trabalho
Tecnicamente em expansão, mas ainda muito restrito e é uma função disputada por médicos e fisioterapeutas, cujos currículos acadêmicos são mais densos do que os dos Profissionais de Educação Física.

Aspectos Favoráveis: É um profissional cada vez mais valorizado nas comissões técnicas de equipes esportivas profissionais. O conceito multidisciplinar de que o desempenho de um time ou de atletas em geral depende, entre outras variáveis, de criterioso planejamento fisiológico está se consolidando. Do ponto de vista financeiro, vai depender muito da empresa onde trabalha e do acordo com ela.

Aspectos Desfavoráveis: É uma atividade essencialmente de equipe, na qual o técnico da modalidade em si é o líder, e toda a equipe (preparadores, auxiliares, fisiologistas, etc.) orbitam em torno dele e das necessidades da equipe.

Características Pessoais
Metódico, criterioso, forte senso de equipe e capacidade analítica.

Sala de Fisiologia do Instituto Cohen

Estratégias de carreira
Vida acadêmica: Há cursos de Especialização em Fisiologia do Exercício acessíveis já aos estudantes. Atualmente existem muitas Pós Lato Sensu específicas sobre o assunto. Em Congressos, sempre há palestras, painéis e mesas redondas sobre o tema. Neles você deve, além de acumular conhecimento, ir se inteirando das novidades e das tendências da carreira. Se puder, adquira e vá se familiarizando com softwares para esta atividade. Se na sua Faculdade houver um Laboratório que trabalhe com Fisiologia do Exercício ou mesmo Avaliação, candidate-se para estagiar (mesmo sem remuneração). Se um professor mantiver um grupo de estudo sobre o assunto, ofereça-se para participar. Estágios em salas de musculação também são muito recomendados.

Vida profissional: Como na maioria dos casos esta é uma função que exigirá a sua integração a uma equipe, aprenda desde logo a cultivar e ampliar uma boa network (rede de relacionamentos) na área: fisiologistas de renome, técnicos desportivos, preparadores físicos de equipes profissionais, coordenadores de laboratórios de fisiologia, professores de fisiologia de faculdades, etc. Busque inicialmente estagiar em equipes de menor evidência na mídia ou mesmo academias e clubes para atuar como avaliador físico. Esteja sempre atualizado com relação aos softwares relacionados à sua função. Com a forte informatização do setor e a necessidade de locomoção para acompanhar os atletas, um bom Lap Top já é quase equipamento obrigatório.

Fonte:http://fisiologistas.com/

Fonte: site educacaofisica.com.br

Nova tecnologia foi testada em treinamento e aprovada


Hoje em dia, o GPS é um companheiro dos atletas. No futebol, por exemplo, é essencial para a comissão técnica avaliar o desempenho do jogador profissional de futebol. A ideia é que o aparelho faça um mapeamento de toda movimentação em campo. Dessa forma, o treino ganha uma melhor otimização.


Um dos modelos preferidos é o Garmin Forerunner 405. O GPS, que vem ajudando os atletas a superar suas metas, além de ser ótimo para quem pratica corrida, serve para os jogadores de futebol do Brasil.


A atualização do Forerunner 405 é o Garmin Forerunner 410, que além das funções existentes no anterior, também mede perda de calorias com maior precisão, levando em consideração seus batimentos cardíacos.

Enquanto os jogadores do Vasco suavam a camisa e corriam dentro do campo de treinamento do CEFAN, fora dele dois funcionários de uma empresa especializada no sistema de monitoramento dos atletas por GPS (Sistema da Posicionamento Global) acompanhavam cada movimento.

A tecnologia foi testada ontem pela comissão técnica — que vai passar a receber dados individuais de distância percorrida, posicionamento do time e até mesmo dados referentes ao desgaste de cada jogador —, e a princípio agradou. A tendência é que ela deve ser mantida nas próximas atividades.

Um aparelho instalado na altura da cintura dos atletas fornece dados em tempo real para um programa no computador, que, por sua vez, auxilia o trabalho do preparador físico Rodrigo Poletto e do fisiologista Daniel Gonçalves. A intenção é ter uma noção do esforço de cada jogador para, então, estipular o melhor trabalho para prevenir futuras lesões.

Fonte: Marca Brasil

Confira o time-base do Vasco para 2012


O Vasco chega para a disputa do Campeonato Carioca-2012 bem cotado. O clube manteve a base que fez bonito na última temporada e fez contratações pontuais, casos do zagueiro Rodolfo, do lateral-esquerdo Thiago Feltri, do meia argentino Matías Abelairas e do atacante equatoriano Carlos Tenório, que chega para vestir a camisa 11 de Romário.

O Cruz-Maltino apostou mais na qualidade do que na quantidade nesta temporada. Em 2010, por exemplo, foram 12 contratações. Ano passado foram seis, mesclando nomes desconhecidos com apostas. Agora são quatro jogadores com currículo respeitável e que chegam para brigar por uma vaga de titular com os demais.

A defesa continua forte, com Fernando Prass, Fagner e Dedé, que agora terão a companhia de Rodolfo e Feltri. No meio, muitas opções: Rômulo, Eduardo Costa, Juninho, Nilton, Allan e Fellipe Bastos são os volantes; Felipe, Diego Souza, Abelairas e Bernardo os armadores. Na frente, Eder Luis, Alecsandro, Tenório e Kim balançarão as redes. Porém, o time terá que se adaptar a uma considerável perda defensiva, já que Jumar foi para o futebol chinês.


Time-base: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Thiago Feltri; Rômulo, Eduardo Costa, Felipe (Juninho) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro - Técnico: Cristovão Borges
Destaque: Felipe, Juninho e Diego Souza
Quem chegou: Rodolfo, Thiago Feltri, Abelairas e Tenório
Quem saiu: Gian (Ponte Preta), Enrico (Ponte Preta), Jéferson (Bahia), Carlos Alberto (Sem clube), Rodrigo Pimpão (Ponte Preta), Rafael Coelho (Guangzhou-CHI) e Elton (Corinthians)

Fonte: Lancenet

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Rodrigo Caetano sai do Vasco

Depois de uma reunião que durou mais de seis horas, o Vasco anunciou uma baixa em seu departamento de futebol. O diretor executivo Rodrigo Caetano entregou o cargo, deixando o clube após quase três anos. O motivo foi uma série de divergências em relação ao investimento para a temporada de 2012 e à administração das categorias de base. Seu contrato iria até o fim do ano que vem.

No início da discussão para o planejamento do ano que vem ficaram evidentes as diferenças de ideias entre Rodrigo Caetano e os demais integrantes da diretoria do Vasco. Publicamente o diretor executivo mostrou-se preocupado com o que julgava um investimento insuficiente do clube na formação da equipe que volta à Libertadores após 11 anos. Além disso, cobrava maior segurança em relação ao cumprimento dos compromissos, lembrando a importância desse aspecto para o bom rendimento do time.

Rodrigo Caetano vinha cobrando uma maior integração do departamento de futebol profissional com as categorias de base. Uma de suas preocupações era a falta de proteção das revelações do clube. Um exemplo foi Yago, de 18 anos, que deixou São Januário mostrando insatisfação e assinou com o Flamengo.

O dirigente chegou para comandar o futebol profissional do Vasco em 2009, ano em que a equipe disputou a Série B do Campeonato Brasileiro. Rodrigo Caetano ganhou notoriedade em sua passagem pelo Grêmio, participando do reerguimento do clube após a conquista da Segunda Divisão em 2005. Ele deixou Porto Alegre após o Tricolor gaúcho terminar o Brasileirão de 2008 em segundo lugar.

Fonte: GloboEsporte.com